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Fiscalidade verde positiva, mas vantagens dependem de segmento.

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A reforma da Fiscalidade Verde veio trazer competitividade aos veículos amigos do ambiente. Há mudanças positivas no IVA, no IRC, no ISV ou na tributação autónoma. E no IRS desagravou-se a carga fiscal nas situações em que o veículo pode ser considerado rendimento em espécie do colaborador.

Mas será que é vantajoso para as empresas mudarem as suas frotas por causa destas alterações? A Leaseplan analisou os factores de risco e as vantagens, num estudo sobre as oportunidades que a fiscalidade verde pode trazer para as frotas das empresas. Entre os riscos a gestora enumera o facto da oferta de veículos eléctricos, híbridos ‘plug-in' e GPL ainda ser escassa, não conseguindo satisfazer todos os segmentos.

Por outro lado, dever-se-á ter em conta o tipo de utilização dos veículos. A autonomia das baterias dos veículos 100% eléctricos, por exemplo, é de apenas 120 quilómetros. O terceiro risco é o fim dos benefícios fiscais.

A Leaseplan fez, então, uma análise segmento a segmento. E chegou às seguintes conclusões:

  1. Utilitários: Neste segmento os modelos equipados com motores diesel continuam a ser a melhor opção.
  2. Familiar pequeno: Os veículos 100% eléctricos são uma opção, sendo possível alcançar um TCO equiparável ao diesel. As medidas da Fiscalidade Verde, na forma de dedução do IVA em 100%, foram efectivas. Recomendam, por isso, a opção por motorizações eléctricas apenas a partir de 30 mil quilómetros por ano.
  3. Familiar pequeno premium: Também aqui os veículos 100% eléctricos são uma opção a ter em conta. Optar por um veículo eléctrico, caso o perfil de utilização o permita.
  4. Familiar médio: A opção por um veículo movido a GPL pode levar a uma poupança de 22% no TCO face a um veículo de motorização a Diesel. Há no entanto que ter em conta que não há oferta de veículos movidos a GPL em todos os segmentos e que nem todos os postos de abastecimento disponibilizam GPL.
  5. Familiar médio premium: Os veículos híbridos ‘plug-in' são uma opção a ter em conta, sendo possível alcançar poupanças de 7% no TCO face ao diesel. A escolha ganhará ainda mais força caso a empresa tenha em conta a Responsabilidade Social Corporativa.
  6. Comerciais ligeiros: Neste segmento as motorizações a Diesel mantêm-se como as mais competitivas, já que beneficiam da isenção de Tributação Autónoma e da dedutibilidade do IVA em 100%.

Fonte: Económico

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