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A CASCA

Apoio à gestão de PME's (Contabilidade, Fiscalidade, Gestão de RH, Gestão de stocks, Projetos de Investimentos, Formação e Investigação) Escritório Virtual

ODS devem ser priorizados pelos Diretores Financeiros

As práticas das organizações em relação aos impactos nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS) e nas questões ESG (Ambiental, social e de governação) estão a ser escrutinadas nos relatórios de informação financeira e não financeira (relatório de sustentabilidade ou relatório integrado) pelos investidores, financiadores, clientes, ONG's e pela sociedade em geral.  A preocupação dos diretores financeiros deve incorporar as preocupações sobre as métricas financeiras e não financeiras porque são os que têm a melhor perspectiva para relatar aos stakeholders.
 
Os diretores financeiros estão perante um novo cenário com alterações constantes numa tentativa de uniformidade nos diversos países e nas industrias. Os diretores financeiros e as equipas financeiras terão a tarefa de traduzir os resultados financeiros em métricas e KPI's na perspectiva da nova tendência procurada pelos stakeholders (relatórios de sustentabilidade e relatórios integrados).
 

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Conjugando a estratégia de sustentabilidade com o desempenho financeiro coloca o diretor financeiro numa posição preferencial dentro das organizações para identificar as métricas não financeiras para vincular às informações financeiras mantendo uma relação bilateral entre as métricas de sustentabilidade e financeiras conduzindo a uma melhor decisão da alocação dos capitais (capital humano, capital social, capital intelectual e capital financeiro) e dos equipamentos.
 
Os indicadores não financeiros estão interligados com os indicadores financeiros e com o  conhecimento estratégico
 
A gestão dos riscos e o controlo dos custos são aptidões do diretor financeiro pelo que têm a capacidade de incorporar a sustentabilidade nas avaliações de riscos das organizações.  De acordo com o estudo da Ernst & Young em 2011, que entrevistou os executivos responsáveis pela sustentabilidade, 65% dos entrevistados afirmaram que “o diretor financeiro envolveu-se com a questão da sustentabilidade. Os entrevistados citaram a redução de custos (74%) e a gestão dos riscos (61%) como dois dos três principais impulsionadores da agenda de sustentabilidade da empresa.
 
Um trabalho mais recente de Tensie Whelan e Lyse Douglas identificou que, os diretores financeiros necessitam de uma abordagem holística e alinhada com a estratégia de sustentabilidade da empresa na gestão dos riscos e no controlo dos custos.
 
O diretor financeiro poderá ser o diretor de sustentabilidade nas empresas de menor dimensão.
 
CFOVirtual

Sustainability Game | Jogo sobre sustentabilidade

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O programa KidsSDGs tem como objetivo alcançar as escolas em 30 países. O objetivo geral do programa KidsSDG é envolver e aumentar os conhecimentos  sobre a sustentabilidade para as gerações futuras e dotar as crianças com o conhecimento e as informações necessárias para fazer mudanças positivas em suas próprias vidas e nas dos outros.

Para o efeito desenvolveu um jogo para ajudar a identificar os 15 objetivos do desenvolvimento sustentável.

O jogo para download

GoGoals-SDG-Question-cards-PT-web.pdf

GoGoals-SDG-Game-Brochure-PT-web.pdf

GoGoals-SDG-Board-Game-PT-web.pdf

Fonte: https://go-goals.org/pt-pt/

 

 

Mobilidade Sustentável para IPSS - Apoio Domiciliário

No dia 9 de setembro de 2021 foi, publicado a abertura do concurso para a Mobilidade Verde Social , para financiamento à aquisição de viaturas 100% elétricas, para entidades da Economia Social e Solidária, que detêm acordo de cooperação para a prestação do Serviço de Apoio Domiciliário.

 

O montante financeiro disponível no presente aviso é de 15 Milhões de Euros para aquisição de 600 viaturas, no apoio máximo elegível de € 25.000 euros por veículo.

 

As duas tipologias elegíveis vão responder às necessidades das instituições, dos serviços que prestam e das pessoas beneficiárias, nomeadamente as com mobilidade condicionada.

 

Apresentação de candidaturas a partir de 16 de setembro

 

Contacto: a.casca.lda@gmail.com

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ESG Municipios e a Comunidade

Os fundos ESG Municipio (ambiente, social e governança) são potenciais ferramentas para que o poder político local desenvolva projetos sustentáveis com envolvimento e benefício da própria comunidade local.

Tipologia dos investidores dos ESG Municipio: governo central, local e a comunidade.

O desenvolvimento do ESG Município deve considerar um retorno do investimento, contudo nem todos os projetos podem devolver retorno financeiro, mas podem contribuir para uma melhoria da qualidade de vida da comunidade local.

Potenciais áreas de investimentos: energias renováveis, transportes publicos eléctricos, melhoria das águas e saneamento, construção de habitação a custos contolados, acessibilidade na educação e melhoria nos cuidados de saúde.

Por exemplo de ESG Municipio: construção de habitação a custos controlados

No desenvolvimento do projeto de arquitetura deve contemplar uma construção que considere a poupança e reutilização das águas, produção de energia elétrica, entre outras técnicas sustentáveis.

Atribuição das casas com critérios pré-definidos para que o investidor consiga avaliar o fim social do projeto.

O retorno do investimento deve ser garantido num prazo porque estamos perante um investimento em imóveis. A rentabilidade do investimento deve ser superior taxa euribor e crescente.

A governança de um ESG Municipio deve cumprir os padrões mais elevados da transparência, ética e accountability.

Este tipo de financiamento pode ser utilizado como alavanca para a implementação de politicas públicas e promovendo a descentralização do poder politico.

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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NAS EMPRESAS

DATA LIMITE DE CANDIDATURAS:

REGIÃO DO ALGARVE:  12-12-2020

REGIÃO CENTRO:  27-12-2019

DESTINATÁRIOS

Empresas de qualquer dimensão pertencentes às Divisões 10 a 32 da CAE-Rev3

OBJETIVOS

Apoio a projetos que contemplem a implementação de ações para aumento da eficiência energética e a utilização de energias renováveis para autoconsumo nas empresas, contribuindo assim para a promoção da sua eficiência energética e para o aumento da competitividade da economia através da redução da fatura energética

TIPOLOGIAS DE PROJETOS A APOIAR

  • Otimização e instalação de tecnologias e sistemas energeticamente eficientes ao nível dos processos produtivos;
  • Otimização e instalação de tecnologias e sistemas energeticamente eficientes ao nível de sistemas de suporte aos processos produtivos;
  • Intervenções na envolvente opaca de edifícios climatizados ou refrigerados, com o objetivo de proceder à instalação de isolamento térmico em paredes, pavimentos e coberturas, e assim potenciar reduções do consumo de energia;
  • Intervenções na envolvente envidraçada de edifícios climatizados ou refrigerados, nomeadamente através da substituição de caixilharia com vidro simples, e caixilharia com vidro duplo sem corte térmico, por caixilharia com vidro duplo e corte térmico, ou solução equivalente em termos de desempenho energético, e respetivos dispositivos de sombreamento;
  • Intervenções nos sistemas técnicos instalados, através da substituição dos sistemas existentes por sistemas de elevada eficiência, ou através de intervenções nos sistemas existentes que visem aumentar a sua eficiência energética;
  • Intervenções ao nível da implementação de sistemas de gestão técnica de energia, enquanto ferramentas de gestão operacional capazes de induzir economias de energia nos equipamentos por estes monitorizados e geridos;
  • Intervenções ao nível da promoção de energias renováveis nas empresas para autoconsumo, desde que façam parte de soluções integradas que visem a eficiência energética, ou seja, em complementaridade com os investimentos previstos no ponto anterior, nas quais se inclui a instalação de painéis solares térmicos para produção de água quente sanitária; instalação de sistemas de produção de energia para autoconsumo a partir de fontes de energia renovável.
  • Auditorias energéticas ex ante e trabalhos necessários à realização do investimento, desde que não sejam obrigatórios por lei, bem como a auditoria energética ex post que permita a avaliação e o acompanhamento do desempenho e da eficiência energética do investimento.

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  • Relatório de Sustentabilidade ou <IR>
  • Métricas ESG e 17 ODS

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