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A CASCA

Apoio à gestão de PME's (Contabilidade, Fiscalidade, Gestão de RH, Gestão de stocks, Projetos de Investimentos, Formação e Investigação) Escritório Virtual

A importância de um Diretor Financeiro nas Pequenas e Micro Empresas

O Banco de Portugal realizou um inquérito aos bancos sobre o mercado de Crédito [1] em julho de 2022 e identificou que existiu um crescimento na procura do crédito de curto prazo pelas empresas para aquisição de existências e para reforço de tesouraria. Por outro lado os bancos estão mais restritivos na sua disponibilização. No atual contexto económico as despesas dos empréstimos aumentaram para as empresas.

De acordo com o estudo da Intrum, realizado a mais de 11 mil empresas, em 29 países – das quais 333 são portuguesas, 64% das empresas nacionais afirmam estar mais preocupadas do que nunca, com a capacidade dos seus clientes pagarem nos prazos, próximo da média europeia, de 62% [2]. Cerca de 8 em cada 10 empresas afirmam que fortalecer a sua liquidez e fluxo de capital é uma das principais prioridades durante o ano corrente.

Garantir um fluxo de caixa sólido é uma das prioridades máximas para a maioria das empresas inquiridas" - Anders Engdahl, Presidente & CEO da Intrum.

As preocupações aumentam em toda a Europa à medida que a inflação está a acelerar e o crescimento está a estagnar. Se esta tendência não for quebrada, poderemos estar perante um período de estagflação; estagnação da produção económica combinada com uma inflação elevada - Anna Zabrodzka-Averianov, Economista - e o crescimento das taxas de juro.

As empresas esperam que o seu fluxo de caixa seja afetado significativamente mas não têm a flexibilidade e os conhecimentos necessários para gerir o impacto [2]

A ACASCA, perante o cenário apresentado anterior, e para ajudar as PME e startups apresenta o serviço CFO Virtual (Diretor Financeiro Virtual)

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__________________

[1] Disponível em https://www.bportugal.pt/publications/banco-de-portugal
[2] Disponível em
https://www.intrum.pt/empresas/relatorios-e-perspectivas/perspectivas/epr-2022-lancamento/

 

 

Declaração Modelo 3 de IRS para entrega em 2020

No passado dia 14/10, foi publicada a Declaração Modelo 3 de IRS (Portaria 370/2019) que estará em vigor no próximo ano. Assim, os rendimentos de 2019 já serão declarados com esta nova edição.

Quais as mudanças na versão 2020?

A nova declaração incorpora as alterações de IRS do Orçamento de Estado para 2019, como seja a questão das horas extraordinárias, do aumento das tributações autónomas sobre despesas com viaturas ou o Programa Regressar. Para além disso, também foram introduzidas as mudanças relativas à redução de IRS sobre os arrendamentos, incluindo o Programa Renda Acessível que concede isenção total de imposto.

A declaração mantém o prazo único de entrega entre 1 de Abril a 30 de Junho, independentemente do tipo de rendimentos. Contudo, há situações excepcionais em que a declaração tem de ser apresentada no mês de Janeiro.

Para efectuar download do documento, clique no link abaixo exclusivo para os assinantes da Revista Gerente com sessão iniciada:

Portaria 370/2019 - Declaração Modelo 3 de IRS - Edição 2020

Fonte: Gerente

NOVO REGIME DOS TRABALHADORES INDEPENDENTES – GUIA PRÁTICO

A Segurança Social emitiu um guia sobre o Novo Regime dos Trabalhadores Independentes. Este guia foi publicado a 14 de Agosto.

Os principais tópicos abordados são os seguintes:

  • Quem é considerado trabalhador independente? 
  • Quais os direitos dos trabalhadores independentes? 
  • Qual a proteção social dos direitos dos trabalhadores independentes? 
  • Quais as obrigações dos trabalhadores independentes? 
  • Determinação do rendimento relevante 
  • Em que casos não existe a obrigação de contribuir? 
  • Cessação de atividade dos trabalhadores independentes e seus cônjuges e ou pessoas que com eles vivam em união de facto 

Pode consultar o Guia Prático do Novo Regime dos Trabalhadores Independentes aqui

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Novas regras para levantamentos e pagamentos

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Com a entrada em vigor em Portugal de uma directiva europeia sobre serviços de pagamentos traz medidas de segurança reforçada. As grandes alterações começam já este sábado, 14 de Setembro.

Há novas regras para aceder ao banco, levantar dinheiro e fazer compras e pagamentos. Cadernetas só podem ser usadas para consultas. As bandas magnéticas dos cartões de débito e de crédito deixam de servir para pagamentos, passando apenas a poder ser usado o chip. Os cartões matriz que têm sido usados para fazer movimentos de conta bancária online, vão deixar de servir. O acesso à conta bancária via internet ou telemóvel passa a exigir uma medida extra de acesso, o que já acontece com alguns bancos. Agora, todos deverão começar a enviar um código por mensagem escrita para o telemóvel dos clientes quando pretendem aceder às suas contas, como medida de segurança extra.

Fica adiada a proibição de pagar com cartão de crédito as compras e serviços adquiridos online, usando apenas o número do cartão e os dígitos de segurança.

“Os reguladores bancários vão ainda definir durante quanto tempo vai ser possível o uso do cartão de crédito para pagamentos online com uma segurança mais baixa. Mas tudo aponta que dentro de um ano a 18 meses vá mudar o uso dos cartões de crédito no mundo online”, avança o Diário de Notícias (DN).

Algumas excepções

Os cartões-refeição vão poder ser usados como até aqui, apenas com a banda magnética. Tal como os cartões pré-pagos. Isto porque se destinam a pagamentos de compras e serviços pré-limitados e previamente definidos. A Via Verde e os pagamentos de autoestradas e estacionamento, bem como os pagamentos de baixo valor, vão continuar sem mudanças. Os pagamentos contacteless de pequeno valor também não sofrem alterações. Os cartões MB Net, que são temporários e permitem pagamentos seguros na internet, também vão continuar tal como têm sido até aqui. Refere a mesma fonte.

“A nova lei garante aos consumidores o acesso a um maior número de serviços financeiros”, refere o DN. Vai ser assim possível a outras entidades que não os bancos acederem directamente à conta bancária de um cliente, desde que este autorize, para fornecer serviços de informação sobre contas e fazer pagamentos.

“A maioria das taxas máximas dos créditos ao consumo vão descer no quarto trimestre, incluindo para compra de automóvel (de 9,6 para 9,5%), divulgou o Banco de Portugal. A taxa máxima que pode ser cobrada nos cartões de crédito e contas a descoberto vai cair para 15,7% de 16,1%, a partir de Outubro. No crédito pessoal, a taxa vai descer de 13,6% para 13,4%”, segundo a mesma fonte.

Fonte: Executive Digest

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