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A CASCA

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Empresas sustentáveis após a COVID-19

Nas últimas duas décadas, as empresas aumentaram a produção com o objetivo de um crescimento continuo, mas a Covid-19 trouxe uma realidade bem diferente com uma redução da atividade económica.

No final da II Guerra Mundial, Winston Churchill afirmou que "nunca devemos deixar perder uma crise" e surge a ONU. Durante a crise, provocada pela Covid-19 vários governos e entidades têm referido a necessidade de um estilo de vida mais sustentável, redução do CO2 e a transformação digital para combater as diferencias sociais, económicas e as alterações climáticas.

As organizações e governos locais são fatores chaves da mudança para um mundo mais sustentável porque com as pequenas ações de mudança são impulsionadoras de uma mudança global.

Quando os países entraram em períodos de confinamento, a poluição atmosférica diminuiu significativamente de acordo com o relatório publicado pela revista científica Nature Climate Change. Os autores do artigo referem que este abrandamento da poluição é temporário e tendem para valores pré-covid, consoante o cancelamento dos períodos de confinamento.

Assim podemos concluir que o otimismo para uma vida mais sustentável e uma economia mais limpa ficou simplesmente pelas palavras. A Covid-19 veio demonstrar que os negócios que contribuem para o crescimento da economia contribuem significativamente para um consumismo e continuando vulneráveis às crises.

Vejamos os milhões gastos para estimular a economia mundial quando comparado o montante atribuído para combater as alterações climáticas. Os governos com o surgimento da Covid-19 demonstraram pouca sensibilidade para as questões ambientais quando não se preocuparam em produtos reutilizáveis, nomeadamente as máscaras. Posteriormente identificaram o erro estratégico e tentaram corrigir com pedidos para utilização de máscaras reutilizáveis.

a) Empresas locais são diferenciadoras para a sustentabilidade

Durante o período de confinamento para obter fruta e legumes frescos a solução passou por recorrer à mercearia do bairro. Após várias idas à mercearia vi um sorriso no gestor e compreendi a sua satisfação pois estava a gerar lucros e o mais interessante é que os legumes e a fruta da época são adquiridos a pequenos agricultores locais.

Uma possível solução para mitigar as crises futuras pode passar pelas empresas locais empresas locais que apresentaram resiliência à crise e demonstraram que são ágeis à mudança pelo que podem ser utilizadas para impulsionar a económica circular.

Este tipo de empresa tem um micro contribuição para o PIB, contudo ao nível da economia local são impulsionadoras para o crescimento da economia local.

Muitos de nós recordamos quando passava o peixeiro e o padeiro pelo bairro ou aldeia, são atividades que em período de crise pandémica podem apresentar crescimento desde que sejam criadas correntes de consumo entre o bairro ou aldeia.

b) Economia circular com alternativa

Com o início do período de confinamento iniciaram os passeios à volta do bairro e reparei que começaram a surgir locais onde eram colocados produtos usados para que outros pudessem utilizar para satisfação das suas necessidades. Esta ideia inspiradora com base na ajuda comunitária conduz a um novo tipo de consumo alternativo – reutilização e redistribuição de produtos.

c) Negócios mais ágeis

A pandemia trouxe-nos um novo normal. Em poucas semanas aprendemos a utilizar nova tecnologia para reuniões empresariais, ensino à distância e até atos médicos mais complexos para combate do Covid-19 – comunicação digital. As organizações tornaram-se mais ágeis de como realizam os negócios para responder à crise económica.

As organizações retiraram a lição da crise pandémica que devem ser ágeis, flexíveis e adaptáveis porque assim conseguem ultrapassar mais facilmente futuras crises.

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